Menino adolescente e menina namoro

O adolescente e a menina moravam próximos, a cerca de 100 metros, e costumavam brincar juntos na rua. O corpo de Raíssa foi sepultado na tarde de segunda, no Cemitério Municipal de Perus, na ... Todos nós temos defeitos, e não dizemos para aguardar uma mulher perfeita, mas é bom saber se a menina tem noção do que é a vocação, tem desejo de buscar sinceramente as virtudes (apenas o esforço em buscá-las, não devemos esperar perfeição de ninguém), é pessoa comprometida com a Igreja e cultiva uma vida de piedade. 31/ago/2020 - Explore a pasta 'Namoro adolescente' de veks no Pinterest. Veja mais ideias sobre Namoro adolescente, Citações sobre amor, Frases apaixonadas. A fotografia 'Adolescente menino e menina conversando' pode ser usada para fins pessoais e comerciais de acordo com as condições da licença adquirida sem royalties. A imagem está disponível para download em alta resolução por até 3741x3741. Lembre-se que quando uma menina olha para um menino e blushes, ou tenta explorar mais informações sobre ele, ela está a enviar um sinal para ele e ele pode pedir-lhe para fora! E o segundo período de cada namoro vai acontecer quando ela aceita o convite. No entanto, tenha contemplando cada dica, a fim de evitar tornar-se um tolo. 10. Pessoal é o seguinte, to com 14 anos e estou namorando uma menina de 12 anos. Só que o problema é que os pais dela nao gosta de mim e nao quer deixar. Tenho um amigo que falou pra mim que isso é ato infracional, se os pais dela quiserem me processar. E fiquei com medo pq a mãe dela falou pra mim fica longe pq senao ela me denunciaria. Eu tenho 13 anos faço 14 mês que vem, eu gosto muito de um menino de 16 anos ele também gosta muito de mim,mais agente já fico algumas vezes e meu pai descobriu ele converso cmg com calma,mais eles até falaram que se eu quiser namorar é só falar com eles,pra eles conhecer o menino,mais eu deveria falar isso com eles ? Namoro na adolescência é fato e deve ser nutrido com educação. Dentre tantas transformações e novas experiências ocorridas nesta fase, namoro na adolescência é um tema a ser tratado com muita orientação por pais de adolescente: primeiro porque é um fato; segundo porque é inevitável. Quero conhecer meninas de 12 a 16 anos, para namoro serio De wesley em 17/12/2011 17:33:46 a partir de 189.11.230.81 As dicas sobre como seduzir um adolescente são muito confusas. É um prazer para ajudar os leitores sabem como seduzir uma garota dos sonhos, seguindo as dicas simples abaixo. Como seduzir um adolescente - o mais dicas eficazes e truques: 1. Encontre o alvo certo: Vídeo: 5 Dicas Para conquistar um menino

Destruindo relacionamento de terceiros

2020.08.18 03:04 gatasou Destruindo relacionamento de terceiros

Oi, pra você que está lendo esta história. Tudo bem? Espero que sim. No ano de 2018, ocorreu um reajuste em uma das escolas do meu município, essa escola agora teria o período integral, assim fazendo com que alguns adolescentes se mudassem para a escola onde estudo. Eu estudava no período da tarde na classe do 8 ano. Bom na escola que tinha o período integral quantia apenas alunos do ensino médio, dai mais ou menos um grupo de 5 pessoas se mudaram para o 1 ano do ensino médio a tarde. Nesse grupo havia dois meninos que eram bem amigos, vou chamá-los de Rayano e Tatiano, eu achei o Rayano bem bonitinho, mas não tinha coragem de conversar com ele, porque eu tinha uns sérios problemas de baixa autoestima , era sério de verdade desde coisas simples até coisas mais extremas, exemplos: eu me comparava toda hora com a minha amiga porque na minha cabeça ela era simplesmente boa em tudo e também tinha todas as características físicas que um menino gosta, vou chamá-la de Cléo, porque ela meio que faz parte da história. O Tatiano mandou mensagem para mim ou foi eu que mandei mensagem para ele, não lembro direito, conversávamos muito éramos bem amigos e ele já sabia que eu gostava do Rayano. eu ficava o dia inteiro observando o Rayano na escola, para você ter uma noção eu não lembro de nada que estudei naquele ano só lembro que tinha um professor de história surper bom. Continuando o Tatiano contou para o Rayano que eu gostava dele isso foi no meio do ano, dai o Tatino deu uma ajuda para eu conseguir ficar com ele. A gente ficou no mês de outubro, eu e o Rayno era tão burros que ficamos dentro de uma sala na hora no recreio e basicamente todo mundo viu, deu quase um B.O, mas o Tatiano conversou com o espetor e ele deixou passar. No dia seguinte não fui a aula pois não estava muito bem, estava com um nó na garganta (vontade de chorar, não sei porque) um pouco de enjoo e com dor de cabeça, bom era minha ansiedade. O resultado foi, perdi o aniversário do meu amigo e ainda durante o dia que estava em casa recebi uma mensagem desse meu amigo que fazia aniversário dizendo “como você pode fazer isso??” eu sem entender nada perguntei do que ele estava falando ele disse “Esse seu fogo na bunda desmanchou o relacionamento do fulano” e eu perguntei o que aconteceu e ele me contou, resumindo, o Tatiano teria gravado um vídeo quando eu tava ficando com o menino lá e esse vídeo teria chegado, não sei como, na mãe de um amigo meu que achou que era a namorada do filho dela, porque eu sou bem parecida com a menina, bom a mãe do meu amigo fez com que ele meio que terminasse com a garota lá porque ela tinha certeza que era ela no vídeo, eles terminaram. E depois de tudo isso acabei descobrindo que o Rayano gostava da Cléo na verdade. E eu fiz coisas muito vergonhosas só para chamar atenção dele, uma vez inventei que tinha mandado uma carta para ele, era mentira mas realmente eu tinha escrito uma carta para ele, eu lembro que na carta tava escrito várias coisas nada a ver que não fazia sentido nenhum kkkkkkkk. E uma vez eu perguntei para a Cléo se eu podia ver um negócio no celular dela e ela disse que sim, dai eu fui no WhatsApp dela e procurei pelo nome do Rayano e fui até o começo da conversa para ver quem tinha mandado mensagem primeiro, e tinha sido ele, nesse dia eu fiquei muito triste, em casa eu chorei muito. Bom e foi assim que destrui um relacionamento, espero que tenham gostado e vocês não fazem ideia de quanto chorei quando basicamente colocaram a culpa em mim no término do namoro e ainda fico com essa paranoia de que o Rayano ficou comigo por pena. Bom é isso ;)
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.26 07:48 Xocolate_Amargo Não sei q p*ha sou e minha relações familiares.

Oi ser humano do outro lado, vou me chamar de Xoco nesse post, e tds os nomes fictícios.
(Só um ponto: meu pai tem 8 filhos e eu n conheço tds, acho q nem ele)
Uma explicação rápida sobre minha família: Meus pais estavam quase se separando qnd nasci, só servi pra segura-lós por mais 8 anos (¯_(ツ)_/¯).
Depois do divórcio, meu pai ficou com minha guarda e de meus 2 irmãos mais velhos, assim sendo: Yui (13 anos), Yva (10) e eu 8.
 Minha mãe tem um problema de coluna q a incapacita de trabalhar com carteira assinada, resumo: ela se vira com bicos e 1 aluguel. 
Tenho uma irmã de 30 anos (K, só k pq ela é o oposto de uma Karen) ela não ODEIA minha mãe... Mas não gosta dela pq qndo minha mãe tinha 17 (grávida do Yui), foi morar com ela, q tinha 12/13 e meu pai, na casa dele. (a K é minha irmã de outro casamento) e minha mãe tinha TOC, então a Eva (minha mãe) era mto chata. um irmão de 21 (vamos chama-ló de Wall. Não sou tão próxima dele quanto da K.) e vejo ele menos q o Leon achando um Porigon.
Meu pai é das antigas, ele não diz que é homofóbico, mas é do tipo "Sem preconceito, mas..." ou dizer "Morde-Fronha", "Bicha/Bichõna"...
Minha mãe não é tãaao das antigas, porém não gosta que eu use roupas q ela diz ser de menino, e diz que por ser menina devo usar roupa "de menina", me maquiar e talz; assim como minha madrasta.
Depois do divórcio meu pai teve alguns namoros, e ele namora atualmente a Nie (minha madrasta) a dois anos (namoro mais duradouro desde o divórcio em 2014/2015)
Ela tem três filhos:
★Price: uma menina mimada pela avó e desorganizada pra kssete (queria estar exagerando). (11 anos)
★Itachi: Grita toda hr por causa de jogo, sempre deixa a mesa da cozinha suja com as louças que ousou pro café/almoço e não retira a mesa. (Aqui em casa cada um lava oq usa e tem que retirar a mesa se é o último) (16 anos e menino)
★Tasmanha: um molequinho de 9/10 anos que destrói td que toca por que sabe que vai ganhar um novo. Sempre mente qnd pode pra se safar e acaba ferrando os outros por isso. Grita alto e agúdo td hr, e faz xixi na cama td dia.
(Um ponto forte é que eu e meus irmãos Yui e Yva perdemos a confiança no nosso pai dps q ele quebrou várias promessas importantes pra nós de uma vez só, por puro egoísmo e dps agiu como se nada tivesse acontecido, nós só fingimos de volta. Pelo fato de eu e K temos uma alta diferença de idade, não somos tão próximas qnt eu queria. Ela tem um esposo e duas filhas, não tão importantes pra história. [Ela tmb já perdeu 2 bbs]).
Tem muita história, porém é te que eu consigo resumir. 
Ps. Atualmente Yui tem 19 anos, Yva (comunidade n permite dizer) e eu (comunidade n permite dizer).
Personagens introduzidos, vamos a história:
Nunca gostei de me maquiar e usar roupas "de menina", acho até legal as vezes qnd tô sozinha, eu fico tipo: "Nossa, que legal, mas isso incomoda pra krl..." Como uma vez que eu avia me maquiado (pq minha madrasta insistiu) e Yva me disse:
—Nss, vc tá muito bonita! Kkk –Pô, valeu! Kk E eu fiquei: "Isso foi um elogio... Pq machucou tanto?!" Eu gostaria de me entender. Entender pq de uma hr pra outra me senti mal com um elogio?! Isso aconteceu a um tempão e eu nunca esqueci. Gostaria de ser tratada como meus irmãos, jogar jogos e me divertir como eles. De uns tempos pra cá venho me questionando mto sobre minha sexualidade e gênero. Desde que me lembro sempre fui fã de vestir roupas "de menino" e jogar jogos "de meninos". Sempre odiei estar conversando com as garotas sobre as coisas que considerava superficial, como os draminhas e outras idiotices. Por conta disso as meninas raramente brincavam/conversam cmg. E os meninos não querem estar cmg pelo fato de eu ser uma garota... E nunca me senti desconfortável qnd se dirigiam à mim como "ele". (Não que eu me sentisse desconfortável com "ela".) Eu antes de conhecer o conceito trans/gênero fluído queria cortar meu cabelo longo bem curtinho e andar em meio a pessoas desconhecidas, pra fazer amigos usando uma indentidade masculina. A um dia eu conversava com meu irmão sobre um anime e chegamos ao assunto sobre nossa relação familiar. Como qualquer adolescente meus irmãos já tomaram cerveja e outras bebidas alcoólicas por estimulação dos tios da família. Enquanto eu... Aaah não-- O mas importante é que falamos sobre os rolês deles (Yui, Wall, Yva e seus miguxos) e eu disse: —Tenho certeza que se eu fosse um garoto vcs me envolviam, né? Kkk 
E ELE NEM NEGOU, só mudou de assunto
Mas oq me irrita não é só não poder pedir ajuda pra minha família por medo do possível clima depois (principalmente pq sempre denfendi a comunidade LGBTQ+ mesmo antes de me descobrir nela, e sei que eles diriam coisas do tipo "sempre soube, kk" que me machucariam mto, pq eles me jugariam como lésbica [já até fazem as vezes] por causa disso, oq nós leva ao próximo tópico) E sim o fato dos meus parentes mais próximos sempre se referindo ao futuro dizendo que vou casar e tal, mesmo eu já negando meu desejo por uma festa estúpida feita apenas para unir recursos, algo que de certa forma foi cultivado até hj. Não quero assinar um papel pra mostrar o quanto amo uma pessoa. Isso é ridículo. Menos festas de despedidas de solteiro. Elas são legais. (já pararam para pensar que se chama despedida de solteiro quando você está namorando¿?)
Sexualidade. Mano... Eu não tenho nenhum desejo carnal. E estaria td bem se derrepente: boom! Começo a sentir sexualmente atraída por alguém?? Então percebi q sou demissexual. (Mas apenas pelo sexo masculino.) 
Eu queria explicar mais do meu ponto de vista, pra dar sentido ao q falei das pessoas, porém o post seria enorme :') Talvez eu faça uma continuação e explicando td que ficou de fora, inclusive o pq não desabafei com a K ou algum 'amigo'. É só isso, não sei se sou uma tomboy, gênero fluído, ou um trans. :')
Obrigado por lerem! 
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2020.06.23 23:58 fekahmaguire5 SOU BABACA POR ME VINGAR DE UMA TRAIÇÃO?

Oi luba e todos que estão a ver,eu tenho uma história pra te contar,eu sei que vc ja tem várias histórias do cornagem no seu canal,mas eu acredito que essa pode ser diferente. Enfim,A história começa ano passado. Eu estava no terceiro ano do E.M e tinha uma namorada (pensa numa garota ciumenta,agora soma 15 e multiplica por 10,ai vc chega a 1/3 do que ela era.A gente estudava na mesma escola,mas de turmas diferentes e éramos aquele casalzinho que todo mundo admira. Aki na minha cidade tem um show no qual o público são adolescentes,e a minha namorada me chamou pra ir junto com ela,pq ela sabia que eu amava o cantor que ia colar lá,que no caso seria o Orochi.Eu falei que não ia pra Tai (a minha namorada) e eu achei que ela ia ficar triste por isso,mas ela implorou pra eu deixar ela ir sozinha no evento.No início eu falei que não,pq eu tava com medo dela me cornar,mas no fim eu acabei deixando ela ir,só que eu não sou burro,eu sabia que tinha um amigo meu que ia nessa mesma festa pra “vigiar” ela.Resumindo tudo,ela acabou me cornando e e meu amigo filmou a cena. Na hora que eu mostrei o vídeo ela começou a implorar pelo meu perdão,e eu acertei e vc ja vai ver o porquê.Eu estava voltando pra casa e estava abalado com tudo isso,ja que ela contou pra todo mundo e geral ficou me zuando de corno,e no meio do caminho eu parei em frente a casa de uma amiga minha que eu vou chamar de Lau,eu chamei ela pra conversar sobre o que tinha acontecido.E no meio da conversa ela pediu pra eu parar de falar sobre esse assunto porque magoava um pouco ela,(Meus amigos sempre falavam que ela tinha uma quedinha por mim,mas eu nunca levei fé,Até pq eu já tinha perguntado pra ela e ela disse que n sentia nada por mim). Voltando:Ela falou que doía ouvir o menino que ela gostava (no caso eu) falando da menina que ele gostava.Nesse tempo eu vi uma oportunidade perfeita de me vingar da Tai,e quando ela falou isso eu roubei um beijo dela,e enquanto a gente se beijava eu estava FILMANDO TUDO.Sim,eu usei a minha amiga brabamente,e disso eu me arrependo um pouco.Depois disso eu fui para casa e so lembrei do vídeo de novo a noite,e lembra do meu amigo que filmou a minha namorada me traindo,eu pedi ajuda dele de novo.Eu mandei o vídeo pra ele,e pedi pra gente ter uma conversa fake sobre isso. A conversa era basicamente ele me dando uma lição de moral, falando que como foi a décima vez que eu já tinha cornado a Tai ele ia contar pra ela,e eu falando pra ele não fazer isso e talz.E nisso eu pedi pra ele print da conversa, tomando cuidado pra não mostrar a data das mensagens e mandar o print + o vídeo pra minha namorada, falando que não aguenta mais esconder esse segredo e que eu e ela deveriam se resolver.E deu certo,no outro dia ela e as amigas dela me cercaram no pátio com a Tai chorando falando que eu era um idiota por ter feito tudo isso e ter cornado ela 10 vezes.Eu como estava me divertindo,resolvi botar pilha na conversa falando que não foram só dez vezes com uma cara de orochinho,digo,deboche.Naquele momento ela estava sentindo o que eu senti na hora,ou não, talvez eu tenha exagerado um pouco na vingança. Continuando,ela me perguntou quantas vezes foram,e eu respondi que parei de contar na décima segunda vez.Nesse momento tava todo mundo olhando e me achando um tremendo fdp,e foi ai que deu merda:Eu falei que pelo visto nosso namoro havia terminado e sai.E foi todo mundo consolar ela e eu fiquei pensando: “pq quando o garoto é corno ele é zuado mas quando a garota é corna ela é consolada?" Depois de uns dez minutos,a diretora do colégio me chamou.Pelo visto todo mundo era x9 e me dedaram pra ela.Eu fui de boassa pra diretoria quando eu vejo os pais da Tai la. No momento em que eu entrei o Pai dela quase voou em mim pra me dar um soco, só que os seguranças do colégio o seguraram. Resumindo a história,eu ganhei uma suspensão por ter “humilhado ela na frente de todo mundo" e ela não ganhou nada sendo que tudo isso não teria acontecido se ela não me traisse com outro alguém ou pelo menos não contasse pra geral.E também todos me acham um babaca, inclusive quem sabia que a história é fake.enfim,eu fui babaca?
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2020.06.09 20:37 namuarts Não consigo manter relacionamentos de amizade

Oi essa é minha primeira postagem aqui no reddit msm sendo ruim gostaria de dizer oi a todos como vai ? Enfim eu vou bem no momento mas umas coisas estão me incomodando
Eu tive um experiência de amizade tóxica e abusiva aonde eu fui completamente controlada por 13 anos e me livrei disso no final de 2017 indo pra 2018 fazendo sessões com psicólogo tudo ficou mais claro porém eu desenvolvi depressão e ansiedade extrema então me tornei mais insegura do que era e me fechei totalmente porém consegui fazer alguns amigos em 2019 um grupinho em específico 3 meninas e dois meninos em resumo elas namoraram com eles e eu fui jogada de escanteio (a história é mais q isso infelizmente) então continuei sozinha sem nenhum amigo real sabe e isso me deixa muito triste eu fico pensando se eu sou tão chata e ruim assim pra merecer fica sempre sozinha Aqui na minha cidade se vc tem mais de 14 anos e não bebe fuma e transa igual um desgramado vc não é legal o suficiente e eu não gosto mt dessas coisas pq tive uma criação rigorosa não gosto de ir em becos e festas cheia de adolescentes bebendo e fumando se pegando no chão me sinto mal agr em 2020 eu decidi não me forçar a ser quem não sou e vivo sozinha por ai
E tem outra Quando eu decidi que eu deveria arrumar um namorado mas de novo fui jogada pra escanteio eu não sei se o problema é minha cara ou eu msm sabe não consigo manter relacionamentos de amizade imagina de namoro
É so isso msm doi mt viver assim mas eu amo meu cachorro e ele me ama :)
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2020.06.09 10:10 gabrielaz1 SOU BABACA POR NÃO FICAR DE LUTO PELO TÉRMINO?!

Oi lubixxxco (garota carioca falando), turma e todo mundo que está blablabla (eu esqueci ;D)! História, que lá vem senta!
Tudo começou em 2016, quando eu mudei para o turno da manhã na minha antiga escola. Eu tive que me adaptar e fazer amigos novos... dentre estes amigos surge o Carls. Uma menina que tinha feito amizade comigo tinha uma queda por ele, e num dia ela me perguntou se eu não poderia tentar descobrir se ele sentia o mesmo por ela. Eu como uma ótima amiga, fui lá puxar papo com os guri na roda de amiguinhos dele. Eu conversei com os meninos e troquei umas palavras com o Carls, mas nada que me fizesse saber oque ele sentia por essa tal amiga. O tempo passou e eu continuei conversando com os amigos do Carls, e consequentemente eu comecei a conversar com o o próprio. Em 2017, eu e o Carls acabamos ficando bem próximos, ao ponto de que viramos realmente melhores amigos... mas nessa altura do campeonato eu já tinha uma queda do tamanho de um precipício por ele.
Obs.: A menina saiu do colégio no fim de 2016 então eu não estava querendo talaricar ninguém.
O tempo foi passando e minha paixonite secreta de adolescente foi aumentando. Então no fim do ano de 2018, eu criei coragem pra dizer pra ele oque eu sentia. Quando eu finalmente disse, ele não falou que gostava, e nem falou que não gostava de mim. Bem... >>EU ENTENDI<< que ele não gostava de mim e só não queria me magoar.
Poucos dias depois, eu chamei um amigo (vou chamar de Jalrs) para a festinha da formatura. Acabou que nós (eu e o Jarls) ficamos no dia formatura, e depois disso nós nos aproximamos mais ainda. Uma semana e meia depois o Jarls me pediu em namoro, e eu estava gostando dele então aceitei. Jarls claramente tinha ciúmes do Carls, que continuava sendo meu melhor amigo, então parei de mandar mensagens para Carls por uns meses. Enfim, eu o Jarls namoramos por 7 meses, porém eu já não sabia se gostava do Jarls com a mesma intensidade que ele gostava de mim, e me questionava de vez em quando se ainda não gostava do Carls... Muitas coisas no meu relacionamento com Jarls me deixaram mal, já que eu me sentia pressionada por ele em diversas situações que nem vale a pena citar, e eu passei por uma época bem difícil. A maioria dos meus amigos diziam que Jarls realmente gostava muito de mim, e tudo isso só gerou uma pressão enorme encima de mim para manter o Jarls feliz, independentemente de tudo, o que acabou me deixando sobrecarregada. Enfim, tivemos um termino "tranquilo".
Na semana seguinte, eu, o Carls e um outro amigo nosso, fomos no shopping. Em 30 minutos de passeio, tudo que eu tinha sentido pelo Carls voltou como se nunca tivesse sumido, e eu tava com aquela paixonite dnv. Um mês de flerte com o Carls passou e o meliante teve a pachorra de me pedir em namoro e dizer QUE NA VERDADE ELE GOSTAVA DE MIM SIM NA ÉPOCA QUE EU ME DECLAREI PRA ELE, mas ele não tinha certeza do que queria. Enfim um mês depois de eu terminar com o Jarls, eu e o Carls começamos a namorar. Hoje, eu e o Carls, além de 4 anos de amizade, temos 8 meses de namoro. 
Mesmo com os poucos intervalos de tempo entre uma coisa e outra eu sei que oque eu senti pelo Jarls foi de verdade naquele momento, mas minha família e alguns dos meus amigos (embora ADOREM que eu e o Carls estejamos juntos, e digam que eu e o Jarls não éramos um casal saudável) dizem que eu fui babaca com o Jarls, pq segundo eles, mesmo que eu tenha gostado realmente dele, eu só usei ele para esquecer o Carls, justificando que ninguém esquece um amor do dia pra noite. Falam que eu "descartei" ele quando percebi que o Carls poderia estar gostando de mim e isso me deixa realmente incomodada.
Na sua concepção lubixxxco, eu fui a babaca?
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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